terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Filme: O livro de Eli


   E aí pessoas, tudo bem? O post de hoje é mostrando mais um filme que eu conheci, e que gostei pra caramba. Ele se chama O Livro de Eli, e está disponível no Netflix. No início me pareceu um pouco chato, mas quando chegou no fim eu já morria de vontade de vim aqui e contar tudo para vocês. Então bora lá?

Nome: O Livro de Eli
Diretor: Albert e Allen Hughes
Ano: 2010

   O filme começa com um homem em um lugar praticamente deserto, e logo descobrimos que o mundo "acabou", quase todas as pessoas morreram. Esse cara que anda por aí é Eli, e ele dispõe de um livro que é a última cópia da bíblia, e o único grupo (que sobrou e ficou todo junto) de pessoas está atrás desse livro.
   A água é escassa, e uma das únicas fontes está na posse do homem que manda nessa última cidade, e quer pegar o livro de Eli a qualquer custo, porque todos acham que ele tem esse livro em mãos. A bíblia seria o livro que diria o que iria acontecer com eles, qual seria o seu destino naquele completo caos.
   Ele luta (com espadas e armas) perfeitamente bem, e diz a todos que uma voz mandou-lhe fazer aquilo, sempre que é atacado ele ganha. Não gostei muito dessa parte (que tem nas primeiras cenas) porque não sou muito adepta ao filme de luta e guerra, mas mesmo assim continuei assistindo.


   O QUE EU ACHEI? No início achei chato. Não achei que iria se tornar um fim tão bom do jeito que foi, até porque há uma revelação que deixa todos de boca aberta. Não posso contar, é claro, porque isso seria spoiler, mas vale a pena assistir até o fim, até porque o filme só faz mais sentido quando você assiste aquele final (PERFEITO).
   Realmente é abstrato demais, e não tem uma história fácil de compreender. Mas é um filme mais puxado para o lado bíblico, assim, pode ser que haja algum "conflito" entre ideologias diferentes, mas nada que impeça alguém de ver o filme até o fim.


   Espero que tenham gostado dessa resenha, o filme está disponível online e no Netflix como já citei aqui, e vale mesmo a pena ver. Um beijo!


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